Mãe só há uma e a narrativa imagética frente à família tradicional brasileira

João Paulo Hergesel, Diogo Azoubel

Resumo


O filme Mãe só há uma (2016), de Anna Muylaert, ganhou uma divulgação polêmica nas redes sociais – abordadas jornalisticamente nas mídias – depois de apresentadas quatro versões do seu cartaz oficial: duas originais e duas “especiais para a família tradicional brasileira”, ipsis litteris. Por se tratar de obra contemporânea, inspirada em fato que marca o jornalismo nacional (caso Pedrinho, de 2002), o dialogismo da divulgação com a relação de conservadorismo que percorre a sociedade brasileira é o enfoque da problematização. Por meio de análise estilística, iconográfica e iconológica da narrativa imagética e partindo das indicações de Boris Kossoy, Peter Burke e David Bordwell, investigamos como a construção dos cartazes pode interferir nas mensagens visualmente comunicadas.

Palavras-chave: Cinema. Narrativas imagéticas. Estilística. Iconografia. Iconologia.

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DOI: https://doi.org/10.22478/ufpb.1983-5930.2018v11n1.40741

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA / CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - PPGC/UFPB