Imagem para capa

SECAGEM DE RESIDUOS DE Spondias sp. EM CAMADA FINA

Francinalva Cordeiro de Sousa, Luzia Marcia de Melo Silva, Daniele Martins Lemos, Inácia dos Santos Moreira, Analha Dyalla Feitosa Lins, Deise de Souza Castro, Ana Paula Trindade Rocha

Resumo


Os resíduos gerados do processamento de frutas possuem em sua composição muitos nutrientes, que deveriam ser aproveitados tantos para alimentação humana, quanto para a fabricação de ração animal, como uma forma de evitar o desperdício e minimizar o problema da poluição ambiental e também da desnutrição. As Spondias são espécies endêmica da caatinga com grande potencial agroindustrial. O presente trabalho visou avaliar as curvas de secagem dos resíduos de cajá e de umbu-cajá em estufa com circulação de ar, nas temperaturas de 50, 60 e 70 ºC e velocidade de 1m.s¹. Os dados experimentais foram ajustados as equações de Page, Midilli et al. e Wang & Sing. Com base nos resultados apresentados pode-se concluir que, para as condições operacionais utilizadas, a cinética de secagem das cascas de cajá e de umbu-cajá ocorreu nos períodos de taxa decrescente; a equação de Page foi a que melhor representou o fenômeno de secagem para as cascas de cajá, enquanto que o umbu-cajá, a equação de Midilli apresentou os melhores resultados.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.25066/agrotec.v36i1.24449

Revista Agropecuária Técnica
ISSN impresso 0100-7467
ISSN online 2525-8990


Este periódico está indexado em:




Índice h (Google Scholar)=14


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional