A religião nas concepções dos clássicos Marx e Durkheim: Felicidade ilusória ou transfiguração da sociedade?

José Roberto Sena

Resumo


O problema da religião sempre foi tema muito caro aos sociólogos por se tratar de elementos que ultrapassam o domínio da materialidade. A discussão nunca foi estanque no campo das ciências sociais, permeada de embates, ela avançou dinamicamente desde a passagem para o século passado, recriando constantemente renovados debates e contribuições teóricas para se abordar a pluralidade de religiões e religiosidades presentes nas sociedades. O presente artigo trás à baila discussões, embates e possíveis interlocuções teóricas entre os clássicos da sociologia Karl Marx e Émile Durkheim, elencando as percepções que ambos os pensadores possuíam sobre o tema da religião, problematizando e instigando reflexões sobre pontos de encontro e desencontros entre eles no que tange a relação homem, sociedade e sagrado. Desse modo, visa-se observar até onde as concepções clássicas da religião podem (ou não) ser atuais readaptadas ou superadas.

Palavras-chave


Sociologia da religião; Karl Marx; Émile Durkheim.

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